O VSM (Value Stream Mapping — Mapeamento do Fluxo de Valor) do fluxo como ele É hoje, medido no Gemba
Como preencher
Caminhe o fluxo no Gemba (o local real de trabalho), do pedido à entrega, na ordem e no ritmo reais — cronômetro na mão, uma linha por etapa.
Para cada etapa, registre o tempo de ciclo (quanto a etapa leva por unidade), a espera antes dela (fila, lote parado), o % de retrabalho e o nº de operadores.
Some tudo: lead time (tempo total do início ao fim) e tempo que agrega valor — a diferença entre os dois é onde o projeto vai atacar.
Registre o que existe, sem juízo e sem melhorias — ideias de melhoria vão para o Estado Futuro (ferramenta 06).
Projeto / código
Fluxo mapeado (de onde a onde)
Data / quem caminhou o fluxo
1. Etapas do fluxo
na ordem em que acontecem · tempos medidos, não estimados
#
Etapa do fluxo
Tempo de ciclo (min)
Espera antes da etapa (min)
% retrabalho
Nº de operadores
1
Ex.: receber e imprimir o pedido
2
45
0%
1
2
3
4
5
6
7
8
TOTAIS
2. Resumo do fluxo
a linha de referência do projeto sai daqui
Lead time total
Tempo que agrega valor (AV)
% de agregação de valor
Takt time (opcional)
Ex.: 6,5 h (390 min)
Ex.: 24 min
Ex.: 6% — comum ser <10%
tempo disponível ÷ demanda
Observações de desperdício (visto no Gemba)
Ex.: pedidos esperam em lote na conferência · separador anda até o fundo do CD a cada pedido — detalhe no Diagnóstico dos 8 Desperdícios (03)
Dica do especialista
Num fluxo típico, mais de 90% do lead time é espera, não trabalho. Por isso o mapa se preenche no Gemba: a fila que ninguém apontou e o retrabalho "invisível" não aparecem no procedimento — aparecem no cronômetro.
Kit Lean Voitto • Academia de Certificação de Projetos Lean • Fase Planejar02 · VSM — Estado Atual